
Quando nada mais fizer sentido, virá o vazio. Envelhecerei docemente, como uma espécie de monge, sem apegos ou paixões. Não sentirei mais angústias e tudo me parecerá harmoniosamente disposto no mundo. Falarei uma língua de poetas e sonharei todas as noites. E aí sim, tudo fará sentido.
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